segunda-feira, 13 de maio de 2013

Somos tão jovens - Antônio Carlos de Fontoura (Filme)

O jovem Renato Russo não tem tempo a perder: sonha ser um astro do rock. Mas ainda é cedo. Ele precisa estudar, dar aulas de inglês, tranquilizar os pais, curtir a turma, curar dores de amor e, principalmente, arrumar quem toque na sua banda. Do Aborto Elétrico à Legião Urbana, “Somos Tão Jovens” apresenta os primeiros acordes do mito Renato Russo e da turma do Rock Brasília, criadores de sucessos como “Que País é Este”, “Geração Coca-Cola”, “Eduardo e Mônica” e muitas outras músicas que marcam e transformam fãs geração após geração, iniciando a trajetória que a tornará a maior banda do Rock Brasil e Renato Russo o porta-voz da juventude urbana do país inteiro.

Elenco: Thiago Mendonça, Marcos Breda, Laila Zaid...
Classificação: 14 anos
Ano: 2013
Tempo: 104 minutos
Idioma: Português
Nota Pessoal: 3/5
O que achei do filme:
Renato Manfredini Jr. é um jovem de 16 anos que acaba de ser internado no hospital por ter uma doença óssea chamada Epifisiólise. Logo após uma cirurgia ele é informado que deve ficar em uma cadeira de rodas e um bom tempo de repouso em casa sem andar.
Sem ter o que fazer em casa, Renato passa a escrever poesias e compor músicas, assim desejando ser um grande astro de rock igual aos seus cantores favoritos: Sid vicious, Bob dylan e John Lennon.

Assim que Renato consegue caminhar, ele resolve correr atrás de integrantes para formar uma banda, logo ele conhece os integrantes perfeitos para sua banda, a qual foi chamada de Aborto Elétrico, a primeira banda punk de Brasilia.
Através da banda Aborto Elétrico, Renato cria um novo sobrenome para si mesmo e assim é chamado por todos de "Renato Russo". 
A banda ganha sucesso e Renato começa a se sentir intimidado com um dos integrantes de sua banda, Flávio Lemos, assim uma paixão platônica acontece e ele se vê apaixonado pelo seu amigo e sua melhor amiga, surgindo então a música "Meninos e Meninas".
Por meio disso vários desencontros acontecem com a banda até que surge de forma inesperada a Legião Urbana, uma banda que conquistou os corações de vários jovens nos anos 80 e conquista até nos dias atuais.


Dois dias depois da estreia de "Somos tão jovens", fui correndo comprar meu ingresso para ir assistir. (Sim, sou fã de Legião), amei o começo do filme, mas depois ele começou a se tornar chato.
No filme Renato Russo é considerado um jovem mimado, arrogante e chato na maioria das vezes. Não gostei nada da forma que ele tratava seus pais, sendo que não tinha o que reclamar deles.
Outra coisa que me irritou é que o Renato não largava de jeito nenhum o cigarro, em 98% do filme ele está fumando ou bebendo.

As partes que eu mais gostei, além do começo, foi quando Renato começou a tocar musicas mais românticas e assim ser ele mesmo, sendo que não gostei muito das partes do Aborto Elétrico, mas em troca gostei das pouquíssimas partes da Legião urbana. Como diz na minha resenha, o filme mantém mais foco no inicio da carreira do Renato, portanto a trilha sonora é mais punk.

Fiquei admirada com a forma que o Thiago Mendonça interpretou o Renato Russo, ele é um ótimo ator e foi a escolha perfeita para fazer o papel do Renato.
Muitas pessoas gostaram do filme, mas infelizmente ele não foi nem tão bom e nem tão ruim na minha opinião.
Esperava mais pelo filme, principalmente pelo final que terminou de forma inesperada, tipo: "Nossa, já terminou?"
Recomendo para os curiosos que gostariam de saber como foi a formação da banda Aborto Elétrico e Legião Urbana!

Trailer:

1 Assuntos:

Pedro_Almada disse...

hahahah todo mundo pensou o mesmo: acabou? já? rs

mas eu tbm não gostei em muitos aspectos. Achei o desenrolar meio repentino em várias partes, poderiam ter aproveitado bem mais alguns momentos e dado uma emocionada!
Achei a atuação de alguns muito teatral, até mesmo o ator que protagonizou o filme teve suas "teatralizadas", mas acho que, nesse ponto, é porque o Renato Russo era meio irreverente mesmo rs
Só fiquei decepcionado com o final. Na verdade, Aninha não existe, é uma simbologia para todas as amigas coloridas dele. O problema até aí foi atribuírem um valor à Aninha, e não ao que ela representa. Mas gostei da rosa branca no final, fez a gente imaginar "ah, é por isso" rs
(mas a minha opinião é a de alguém que não sabe nada de cinema, e muito menos de Legião Urbana, então o que é que eu sei? rs)

Pedro Almada

inspirados-oandarilhodotempo.blogspot.com

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